terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O que foi destaque nos diferentes portais no mundo e chamou a atenção dos leitores


Quem quer dinheiro?
Dona da L'Oréal esbanja sua fortuna
Mulher mais rica da França faz empréstimos na casa dos bilhões a amigos; herdeira da marca fica desesperada e perde interdição judicial da mamãe generosa




Dona da L'Oréal e um dos amigos ajudados pelos gordos e bilionários 'empréstimos' da empresária. Cabelos sedosos e bolso ainda cheio: reserva da família está avaliada em 45 bilhões de reais.

Um caso familiar está rendendo bons assuntos lá na França. É que a filha da dona da L’Oréal, a francesa Françoise Bettencourt, entrou com uma ação na justiça pedindo a interdição judicial da própria mãe, a empresária Liliane Bettencourt.

O motivo alegado pela herdeira é que a sua mamãe, por acaso a mulher mais rica do país, estaria esbanjando a fortuna da família de quase quarenta e cinco bilhões de reais, sem nenhuma cerimônia. Para amigos íntimos, a dona de uma das maiores marcas de cosméticos do mundo já doou quantias próximas a dois bilhões de reais.

Claro que o interesse da filha é óbvio. Afinal é a L’Oréal Paris, porque a mamãe vale muito.

Leia a reportagem do Le Fígaro [em francês]

Leia reportagem da EFE [em português]



Lugar de gente feliz! Quer pagar quanto?
Pão de Açúcar na Bahia
Gigantes do varejo se unem, criam medo nas concorrentes e põe em cheque a diferença de público consumidor dos dois grupos


A fusão entre Pão de Açúcar e Casas Bahia não rendeu só uma fotinho de Samuel Klain, dono das lojas do ‘quer pagar quanto’ com Abílio Diniz, pai da socialite Lucília Diniz. Se bem que aqui a informação mais relevante é que ele é dono do Pão de Açúcar!

Enfim, a fusão já criou um burburinho no mercado financeiro, além do desespero das concorrentes Americanas, Carrefour e Marabraz que, quem sabe, pode contratar o U2 pra fazer comerciais no lugar do Zezé di Camargo e Luciano, não é?

A gigante do setor moveleiro-eletrônico-alimentício a prazo vai ter receita de quase quarenta bilhões de reais, ó quase a grana de velhinha da L’Oréal, além de quase setenta mil funcionários. No entanto, segundo os representantes dessa fusão, cada marca deverá manter sua identidade. As mudanças valem apenas para a rede Ponto Frio, Extra Eletro e as subsidiárias de comércio eletrônico de todo o grupo, que deverão se unir numa única plataforma comercial na internet.

Ah, que pena. O pessoal do Pão de Açúcar poderia fazer umas promoçõeszinhas básicas. Compre uma caixa de bombom e com mais dois reais leve uma guarda-roupa de mogno ou uma beliche...

Leia reportagem do Valor Econômico


livro: só como calço para mesa
Brasileiro lê pouco
Pesquisa precisa em números que o brasileiro não é um público leitor. Obviamente, ele não leu reportagens a respeito...

Um levantamento do Instituto Pró-Livro confirma que o brasileiro lê pouco. São sessenta e sete milhões de não leitores, dos quais vinte e um milhões são analfabetos. A pesquisa ainda aponte que mais da metade da população brasileira não lê nenhum livro durante o ano. Já os leitores, que somam noventa e cinco milhões, leem, em média, um vírgula três livro. Ou seja, leem um livro e quando estão quase no meio do segundo param.

Incluídas as obras didáticas e pedagógicas, que são aqueles livros da escola, o número sobe para quatro vírgula sete livros – ainda assim considerado baixo.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a população lê, em média, onze livros por ano. Os franceses lêem sete livros anualmente, enquanto na Colômbia, a média é de quatro. Colômbia, pessoas! Colômbia...! Os dados estão na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. A pesquisa foi feita em 2008 e ouviu cinco mil pessoas de todos os estados brasileiros.

Leia mais na reportagem da Folha de S. Paulo

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